O Clube dos Oficiais promove apenas um evento social por ano - O Jantar do Dia das Mães. Neste ano, o jantar será realizado no dia 7 de maio (sexta feira).
Para abrilhantar esse evento já foi contratada a banda TOQUE DE IMAGINAÇÃO. Trata-se de uma banda de alta qualidade. Tem repertório que agrada a todas as faixas etárias além de apresentar um show de alto nível. Transmitimos essas informações porque ela já se apresentou por diversas oportunidades em nossos eventos.
É evidente que esse evento apresenta um custo que precisa ser rateado. Só a banda tem um custo de R$ 3.500,00 reais. Para tanto, estamos convidando a todos para adquirirem suas mesas.
Algumas novidades teremos nesse evento. Abandonamos as mesas quadradas de quatro lugares para colocar mesas redondas para 6 lugares (3 casais). Essa medida permite colocar um numero menor de mesas e, dessa forma, permitir maior espaço para circulação e conforto. Essa novidade nos dificulta até certo ponto a reserva de mesas. Isso só será possivel se houver o pagamento de 6 convites (mesa cheia). Se a aquisição do convite for para um, ou dois, casais não temos como fazer a reserva. Assim, o assento será em local que estiver vago.
Quem fizer aquisição da mesa completa e pagar até 30 de abril o preço será R$ 150,00. Após essa data, será cobrado R$ 180,00. Quem comprar o convite para casal o preço é R$ 60,00.
É muito importante que até dia 3 de maio tenhamos a confirmação para que possamos transmitir ao serviço de buffet o numero de jantares a serem servido.
Venham participar. Estamos aguardando a presença de um grande número de casais.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
UM NOVO SECRETARIO DE SEGURANÇA
Tivemos a confirmação que o Cel RR Aramis Linhares Serpa assumiu o Cargo de Secretario de Segurança Pública. É a grande oportunidade que o governo dá a um profissional de segurança.Também é um premio a uma intituição que sempre se manteve leal autoridade constituide independente da cor partidária do governante.
Fazemos votos que o Cel Serpa seja muito feliz e alcance sucesso na função de tão grande responsabilidade. Que receba a inspiração divina para aperfeiçoar a integração entre as Policias Civil e Militar, pois somente com as instituições trabalhando harmoniosamente o povo paranaense gozará de uma perfeita sensação de segurança.
Fazemos votos que o Cel Serpa seja muito feliz e alcance sucesso na função de tão grande responsabilidade. Que receba a inspiração divina para aperfeiçoar a integração entre as Policias Civil e Militar, pois somente com as instituições trabalhando harmoniosamente o povo paranaense gozará de uma perfeita sensação de segurança.
ELEIÇÕES ESTÃO CHEGANDO
Este ano teremos as eleições para Presidente da Republica, Senadores, Governadores e Deputados Federais e Estaduais. Inclusive, todos aqueles que estavam no exercício de cargos eletivos no executivo e/ou nos cargos de Ministros e/ou secretários de Estado que tem o objetivo de disputar cargo eletivo já renunciaram mandatos ou se demitirão de suas pastas para atender a exigência legal de desincompatibilização.
Nossa situação de militares estaduais, portanto servidores de carreira típica de estado temos uma série de limitações para participar de todo processo. No entanto, nada nos tira nossa condição de cidadão. Assim, temos o direito de externar a nossa opinião, de mostrar as nossas reivindicações, de buscar melhores condições de trabalho, de lutar por uma legislações que atendam os nossos interesses.
Assim, não devemos ficar omissos. Temos o imperioso dever de deixar transparecer as nossas angustias, frustrações, anseios e perspectivas para o futuro. Precisamos despertar a atenção dos futuros governantes a importância de criar os meios e mecanismos necessários para uma política de recursos humanos voltada ao bem estar da comunidade policial militar.
O exercício das atividades de policiamento exige que o profissional esteja plenamente satisfeito material e psicologicamente. As suas necessidades básicas devem estar sendo supridas, as sua família com sua segurança preservada.
Logo, é oportuno que desenhemos um documento de reivindicações para entrega aos futuros candidatos ao governo do estado, logo após as convenções partidárias. Para que essa pauta sintetize com clareza a vontade da maioria não podemos deixar que um pequeno grupo de diretores do Clube faça o trabalho. Se considerarmos a condição de pessoal em serviço ativo e na reserva remunerada, ou reformados, vamos constatar que os interesses nem sempre são convergentes.
Participe oferecendo sugestões e abrindo seu coração para expor suas angustias e frustrações. Você pode usar o caminho que mais lhe convier usando um dos caminhos a seguir: Telefone (3015-3225), e-mail para copmpr@brturbo.com.br, ou copmpr@gmail.com, ou dirceu.rubens@hotmail.com, ou pessoalmente no Clube dos Oficiais no per[iodo da tarde.
Nossa situação de militares estaduais, portanto servidores de carreira típica de estado temos uma série de limitações para participar de todo processo. No entanto, nada nos tira nossa condição de cidadão. Assim, temos o direito de externar a nossa opinião, de mostrar as nossas reivindicações, de buscar melhores condições de trabalho, de lutar por uma legislações que atendam os nossos interesses.
Assim, não devemos ficar omissos. Temos o imperioso dever de deixar transparecer as nossas angustias, frustrações, anseios e perspectivas para o futuro. Precisamos despertar a atenção dos futuros governantes a importância de criar os meios e mecanismos necessários para uma política de recursos humanos voltada ao bem estar da comunidade policial militar.
O exercício das atividades de policiamento exige que o profissional esteja plenamente satisfeito material e psicologicamente. As suas necessidades básicas devem estar sendo supridas, as sua família com sua segurança preservada.
Logo, é oportuno que desenhemos um documento de reivindicações para entrega aos futuros candidatos ao governo do estado, logo após as convenções partidárias. Para que essa pauta sintetize com clareza a vontade da maioria não podemos deixar que um pequeno grupo de diretores do Clube faça o trabalho. Se considerarmos a condição de pessoal em serviço ativo e na reserva remunerada, ou reformados, vamos constatar que os interesses nem sempre são convergentes.
Participe oferecendo sugestões e abrindo seu coração para expor suas angustias e frustrações. Você pode usar o caminho que mais lhe convier usando um dos caminhos a seguir: Telefone (3015-3225), e-mail para copmpr@brturbo.com.br, ou copmpr@gmail.com, ou dirceu.rubens@hotmail.com, ou pessoalmente no Clube dos Oficiais no per[iodo da tarde.
sábado, 3 de abril de 2010
NA BIBLIOTECA SE ENCONTRA
VALE A PENA A LEITURA
Li, há algum tempo, O CÓDIGO DA VIDA de Saulo Ramos. Nesta leitura nos capítulos 151, 152 e 153 sáo feitas referências a um personagem muito conhecido de todos nós. Por isso, transcrevo alguns trechos por julgar muito interessante.
No Capitulo 151, o autor faz referência ao ano de 1.987 quando estava em andamento a constituinte. Cita a sua participação num programa de televisão – RODA VIVA, que ocorreu em 18 de outubro de 1.987. Nesse programa um tema debatido foi a questão dos precatórios. Na ocasião, o autor demonstrou que da forma como o assunto estava sendo tratado na constituinte seria a causa de escândalos. Vejam z citação na página 310.
“Não deu outra: o escândalos dos precatórios, que acabou na CPI dos títulos públicos, outro escândalo (uma coisa chama a outra), porque o relator, o então Senador Roberto Requião, resolveu fazer palco para si mesmo, baralhou tudo, acusou inocentes, inocentou culpados, e o único resultado real que se obteve foi acabar com a credibilidade do mercado de títulos públicos estaduais e municipais neste país. Estados e Municípios não conseguem mais vender títulos. E a CPI virou em pizza.”
No capítulo 152, na página 311 encontramos:
“Mas os fatos encheram o prato dos espetáculos políticos. Na CPI dos Títulos Públicos, apelidada de CPI dos Precatórios, o Senador Roberto Requião esbaldou-se. Ficou sob holofotes durante meses. E uma de suas prediletas cambalhotas era acusar o Banco Bradesco, que chamava de Bancão. O Bradesco era culpado de tudo. Se não tivesse comprado os títulos, os estados não os teriam vendido. E, sem comprador, não se endividariam. Lógica de gênio.”
Continua:
“O Bradesco me procurou para defende-lo no caso, e, entre as medidas cogitadas estava processar o Senador pelo Paraná. Ele já havia sido “meu” réu em outro processo, quando fui advogado do Tribunal de Justiça daquele estado contra ato dele, então Governador, ........... . Levou cacete do Supremo Tribunal Federal e teve que pagar tudo.
Foi eleito e reeleito governador mais uma vez. O Estado do Paraná persiste no erro.” (o grifo é nosso)
O processo só não foi iniciado por decisão do Presidente do Bradesco (Lázaro Brandão). No Capitulo 153, página 314 há a seguinte informação:
“Mas Roberto Requião livrou-se de uma ação judicial que seria uma delicia: a obrigação de abster-se de mentir. Parece que continua o mesmo estilo antigo, porém com uma novidade: passou a comer sementes de mamona. Elegeu-se Governador do Paraná, mais uma vez, e um de seus auxiliares instalou no seu Governo uma quadrilha especilizada em escutas telefônicas de empresários e adversários.”
Prefiro deixar que cada um tire suas conclusões. Eu tenho a minha opinião formada.
Li, há algum tempo, O CÓDIGO DA VIDA de Saulo Ramos. Nesta leitura nos capítulos 151, 152 e 153 sáo feitas referências a um personagem muito conhecido de todos nós. Por isso, transcrevo alguns trechos por julgar muito interessante.
No Capitulo 151, o autor faz referência ao ano de 1.987 quando estava em andamento a constituinte. Cita a sua participação num programa de televisão – RODA VIVA, que ocorreu em 18 de outubro de 1.987. Nesse programa um tema debatido foi a questão dos precatórios. Na ocasião, o autor demonstrou que da forma como o assunto estava sendo tratado na constituinte seria a causa de escândalos. Vejam z citação na página 310.
“Não deu outra: o escândalos dos precatórios, que acabou na CPI dos títulos públicos, outro escândalo (uma coisa chama a outra), porque o relator, o então Senador Roberto Requião, resolveu fazer palco para si mesmo, baralhou tudo, acusou inocentes, inocentou culpados, e o único resultado real que se obteve foi acabar com a credibilidade do mercado de títulos públicos estaduais e municipais neste país. Estados e Municípios não conseguem mais vender títulos. E a CPI virou em pizza.”
No capítulo 152, na página 311 encontramos:
“Mas os fatos encheram o prato dos espetáculos políticos. Na CPI dos Títulos Públicos, apelidada de CPI dos Precatórios, o Senador Roberto Requião esbaldou-se. Ficou sob holofotes durante meses. E uma de suas prediletas cambalhotas era acusar o Banco Bradesco, que chamava de Bancão. O Bradesco era culpado de tudo. Se não tivesse comprado os títulos, os estados não os teriam vendido. E, sem comprador, não se endividariam. Lógica de gênio.”
Continua:
“O Bradesco me procurou para defende-lo no caso, e, entre as medidas cogitadas estava processar o Senador pelo Paraná. Ele já havia sido “meu” réu em outro processo, quando fui advogado do Tribunal de Justiça daquele estado contra ato dele, então Governador, ........... . Levou cacete do Supremo Tribunal Federal e teve que pagar tudo.
Foi eleito e reeleito governador mais uma vez. O Estado do Paraná persiste no erro.” (o grifo é nosso)
O processo só não foi iniciado por decisão do Presidente do Bradesco (Lázaro Brandão). No Capitulo 153, página 314 há a seguinte informação:
“Mas Roberto Requião livrou-se de uma ação judicial que seria uma delicia: a obrigação de abster-se de mentir. Parece que continua o mesmo estilo antigo, porém com uma novidade: passou a comer sementes de mamona. Elegeu-se Governador do Paraná, mais uma vez, e um de seus auxiliares instalou no seu Governo uma quadrilha especilizada em escutas telefônicas de empresários e adversários.”
Prefiro deixar que cada um tire suas conclusões. Eu tenho a minha opinião formada.
quarta-feira, 31 de março de 2010
ENCONTRO DA VELHA GUARDA
Há mais de dez anos Oficiais da reserva se reunem na primeira quarta feira de cada mês (exceto janeiro e fevereiro)para um almoço e conhecimento de novidades que sejam de interesse da classe.
Esta salutar reunião se iniciou por sugestão do Tenente Coronel Acir João Bezerra. As primeiras reuniões foram realizadas em locais diferentes e onde obtinhamos autorização para tal. Com a reforma do Salão Social do Clube concluida em 1.996 esse espaço passou a ser utilizado.
O Clube dos Oficiais tem como participação apenas cedendo o espaço físico. Não cabe a nossa entidade nenhum envolvimento com o evento. Participamos apenas como colaboradores.
Em cada ano é eleito um Xerife que assume a responsabilidade da coordenação dessas reuniões. Cabe ao Xerife escolher dois Oficiais que atuam como seus auxiliares diretos e elaboram a ata de cada reunião.
As despesas de almoço e de bar são individuais. Cada um paga a sua conta.
Ao assinar a lista de presença recebe um comando onde será anotado o seu consumo.
Por decisão dos assiduos participantes do encontro ficou aberto o convite para a participaçãao do pessoal em serviço ativo.
Se é importante para o pessoal da reserva como oportunidade para rever os companheiros com os quais passou os melhores dias de sua vida, para os mais novos é a oportunidade de conhecer aqueles que ajudaram a construir a nossa querida Corporação e tem muitas estórias tristes e pitorescas da vida na caserna.
Esta salutar reunião se iniciou por sugestão do Tenente Coronel Acir João Bezerra. As primeiras reuniões foram realizadas em locais diferentes e onde obtinhamos autorização para tal. Com a reforma do Salão Social do Clube concluida em 1.996 esse espaço passou a ser utilizado.
O Clube dos Oficiais tem como participação apenas cedendo o espaço físico. Não cabe a nossa entidade nenhum envolvimento com o evento. Participamos apenas como colaboradores.
Em cada ano é eleito um Xerife que assume a responsabilidade da coordenação dessas reuniões. Cabe ao Xerife escolher dois Oficiais que atuam como seus auxiliares diretos e elaboram a ata de cada reunião.
As despesas de almoço e de bar são individuais. Cada um paga a sua conta.
Ao assinar a lista de presença recebe um comando onde será anotado o seu consumo.
Por decisão dos assiduos participantes do encontro ficou aberto o convite para a participaçãao do pessoal em serviço ativo.
Se é importante para o pessoal da reserva como oportunidade para rever os companheiros com os quais passou os melhores dias de sua vida, para os mais novos é a oportunidade de conhecer aqueles que ajudaram a construir a nossa querida Corporação e tem muitas estórias tristes e pitorescas da vida na caserna.
AS ELEIÇÕES ESTÃO CHEGANDO
O prazo para que os atuais governantes das esferas municipal, estadual e federal que desejam disputar qualquer cargo eletivo esta expirando. Já tivemos algumas renuncias a mandatos, alguns pedidos de demissão de secretarias e/ou ministérios buscando a desincompatibilização imposta pela lei eleitoral.
A definição final sobre candidaturas será somente no mês de junho quando devem ocorrer as convenções partidárias. Até aqui nada é definitivo.
A formação do policial militar tem sido um fator inibidor na nossa participação no processo político, mas os mandatos se sucederam e continuamos a ser vítimas de nossa omissão. Temos sido incapazes, ou incompetentes, na forma de buscar uma aproximação com a classe política. E só nos aproximamos quando os resultados estão definidos.
Não prego que devamos assumir uma bandeira partidária, ou abraçar uma determinada candidatura exclusiva. Como cidadão temos a liberdade de escolher e apoiar os candidatos cujas propostas estejam perfeitamente ajustadas aos nossos ideais.
Como entidade representativa de classe o nosso papel deve ser de sintetizador dos anseios e aspirações da comunidade miliciana. Traduzir esse trabalho num documento que represente um programa de governo voltado à instituição Policia Militar e seus integrantes e levá-lo a todos os candidatos, independente de seu partido político e de sua posição nas pesquisas.
Para que esta iniciativa alcance o objetivo é muito importante a participação da comunidade. Não se pode deixar concentrado nas mãos do dirigente da entidade a elaboração dessa manifestação. Se for adotada essa posição os oficiais estão abrindo mão de seu direito de opinar, de reivindicar, de participar de um processo que vai influenciar a sua vida profissional e pessoal. A opinião pessoal de um dirigente de entidade nem sempre vem de encontro àquelas expectativas da grande maioria declase.
O passado já deixou marcas de medidas adotadas por dirigentes sem ouvir as pessoas que seriam atingidas pela ação. Hoje é grande o numero de oficiais lamentando e criticando. Mas o que fizeram na ocasião?
Precisamos aprender a lutar pelos nossos direitos, a buscar a satisfação de nossos interesses e isso só conseguiremos se formos unidos.
Para finalizar, lembro que na época de meu ingresso na Corporação haviam várias correntes partidárias no alto escalão, mas todos estavam unidos quando se tratava de promover a defesa da instituição e dos interesses dos policiais militares.
A definição final sobre candidaturas será somente no mês de junho quando devem ocorrer as convenções partidárias. Até aqui nada é definitivo.
A formação do policial militar tem sido um fator inibidor na nossa participação no processo político, mas os mandatos se sucederam e continuamos a ser vítimas de nossa omissão. Temos sido incapazes, ou incompetentes, na forma de buscar uma aproximação com a classe política. E só nos aproximamos quando os resultados estão definidos.
Não prego que devamos assumir uma bandeira partidária, ou abraçar uma determinada candidatura exclusiva. Como cidadão temos a liberdade de escolher e apoiar os candidatos cujas propostas estejam perfeitamente ajustadas aos nossos ideais.
Como entidade representativa de classe o nosso papel deve ser de sintetizador dos anseios e aspirações da comunidade miliciana. Traduzir esse trabalho num documento que represente um programa de governo voltado à instituição Policia Militar e seus integrantes e levá-lo a todos os candidatos, independente de seu partido político e de sua posição nas pesquisas.
Para que esta iniciativa alcance o objetivo é muito importante a participação da comunidade. Não se pode deixar concentrado nas mãos do dirigente da entidade a elaboração dessa manifestação. Se for adotada essa posição os oficiais estão abrindo mão de seu direito de opinar, de reivindicar, de participar de um processo que vai influenciar a sua vida profissional e pessoal. A opinião pessoal de um dirigente de entidade nem sempre vem de encontro àquelas expectativas da grande maioria declase.
O passado já deixou marcas de medidas adotadas por dirigentes sem ouvir as pessoas que seriam atingidas pela ação. Hoje é grande o numero de oficiais lamentando e criticando. Mas o que fizeram na ocasião?
Precisamos aprender a lutar pelos nossos direitos, a buscar a satisfação de nossos interesses e isso só conseguiremos se formos unidos.
Para finalizar, lembro que na época de meu ingresso na Corporação haviam várias correntes partidárias no alto escalão, mas todos estavam unidos quando se tratava de promover a defesa da instituição e dos interesses dos policiais militares.
terça-feira, 30 de março de 2010
REUNIÃO EM BRASILIA
Nos dias 23 e 24 de março p.p. estiveram reunidos em Brasília os presidentes das entidades estaduais afiliadas a Federação Nacional das Entidades de Militares Estaduais – FENEME, para discutir e traçar as diretrizes a serem tomadas no acompanhamento das matérias que estão em andamento na Câmara e Senado Federal que, direta ou indiretamente, afetam as Policias Militares, Corpos de Bombeiros Militares e seus integrantes.
Nesta reunião a preocupação ficou concentrada na discussão dos temas: Termo Circunstanciado, Ciclo Completo de Polícia e proposta de alteração do Código de Processo Penal onde havia a sugestão para substituir o termo “autoridade policial” por “Delegado de Polícia”.
É fácil concluir que os assuntos estão direcionados aos oficiais em serviço ativo. O presidente do Clube dos Oficiais é um Oficial da reserva e só pode se manifestar sobre esses assuntos quando tiver profundo conhecimento das expectativas dos oficiais em atividades. Isso só é possível quando recebe os subsídios necessários.
Não tenho vocação nem a pretensão de ser o dono da verdade. Me curvo diante do vontade da maioria. Assim, me sinto muito mais confortável em defender os interesses da classe. O Oficial de Policia Militar, seja qual for o seu nível hierárquico deve ser tratado com dignidade. É um cidadão que pensa, age e sabe o que quer.
Só recuo quando os interesses são de minorias e, ou, pessoais, em detrimento da coletividade.
O Clube dos Oficiais da PMPR não compareceu a esse evento pois entendí que a entidade gastar perto de R$ 3.000,00 (três mil reais) sem estar convencido de que a idéia pessoal se ajustasse perfeitamente ao pensamento da coletividade.
É importante que voce venha somar esforços com a diretoria não apenas pagando a mensalidade, mas contribuindo com idéias e sugestões. Finalizando, recomendo que todos pensem e se conscientizem que a omissão é muito mais prejudicial do que uma decisão equivocada. A segunda sempre tem conserto.
Nesta reunião a preocupação ficou concentrada na discussão dos temas: Termo Circunstanciado, Ciclo Completo de Polícia e proposta de alteração do Código de Processo Penal onde havia a sugestão para substituir o termo “autoridade policial” por “Delegado de Polícia”.
É fácil concluir que os assuntos estão direcionados aos oficiais em serviço ativo. O presidente do Clube dos Oficiais é um Oficial da reserva e só pode se manifestar sobre esses assuntos quando tiver profundo conhecimento das expectativas dos oficiais em atividades. Isso só é possível quando recebe os subsídios necessários.
Não tenho vocação nem a pretensão de ser o dono da verdade. Me curvo diante do vontade da maioria. Assim, me sinto muito mais confortável em defender os interesses da classe. O Oficial de Policia Militar, seja qual for o seu nível hierárquico deve ser tratado com dignidade. É um cidadão que pensa, age e sabe o que quer.
Só recuo quando os interesses são de minorias e, ou, pessoais, em detrimento da coletividade.
O Clube dos Oficiais da PMPR não compareceu a esse evento pois entendí que a entidade gastar perto de R$ 3.000,00 (três mil reais) sem estar convencido de que a idéia pessoal se ajustasse perfeitamente ao pensamento da coletividade.
É importante que voce venha somar esforços com a diretoria não apenas pagando a mensalidade, mas contribuindo com idéias e sugestões. Finalizando, recomendo que todos pensem e se conscientizem que a omissão é muito mais prejudicial do que uma decisão equivocada. A segunda sempre tem conserto.
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